JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 9

CAPÍTULO 8: EPÍLOGO

Na manhã seguinte era possível ver a destruição causada pela batalha do dia anterior: construções e árvores destruídas pelo fogo exalando o corrosivo cheiro de queimado, bem como o pungente odor de sangue e terra revolvida. A princesa Ester levou o grupo para uma área desocupada abaixo da cidade e ofereceu aquela terra para ser o túmulo de Thormund, bem como uma ocupação dos moradores de Skópelos, para aqueles que quisessem criar morada ali. Ela também ofereceu novas armas e armaduras como recompensa para os três. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 9”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 8

CAPÍTULO 7: FIRE AND SMOKE

O céu vibrava ao som de trovões; era o que parecia com os frequentes disparos de canhões entre as naus invasoras e defensoras. Abaixo, algumas embarcações tombavam em chamas e a floresta começava a pegar fogo, fazendo erguer colunas e mais colunas de fumaça. Em pouco tempo o incêndio iluminava toda a região, com uma luz rubra e malévola. Enquanto as naus invasoras circundavam as inimigas, disparando sempre que possível, nuvens de demônios voavam, com alguma dificuldade, e abordavam os navios defensores.

Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 8”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 7

CAPÍTULO 6: LIBERDADE E MORTE

Com Trevisan na nau Rivendell, eles prosseguiram viagem para Olympia. Durante a viagem, o líder rebelde usou uma gema mágica similar às que Bug e  Sir Henry tinham encontrado para se comunicar com seu aliado no Palácio da Alvorada, Conselheiro Titus, com quem conversou abertamente na frente do grupo explicando os últimos acontecimentos e alertando que viajavam para o atacar o imperador. A viagem seguiu a noite toda, na qual eles puderam descansar, e pouco depois do amanhecer avistaram Olympia, flutuando imponente sobre Metrópoles. Navios de guerra, estacionados no ar, circulavam a cidade flutuante, em uma demonstração de poder, mas ignoraram o navio élfico que era ladeado por escunas em cujos mastros tremulavam a bandeira da torre branca emoldurada pelo sol nascente. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 7”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 6

CAPÍTULO 5: BEM VINDOS À OLYMPIA

Após deixarem Novolar para trás a viagem prosseguiu pacificamente, dando a impressão de que nada de errado estava acontecendo. fizeram refeições no refeitório da nau élfica, Rivendell, e dormiram em redes, entre elfos. No meio da tarde do dia seguinte cruzaram com outro navio elfico que vinha da direção oposta, em direção à Novolar. Seu mastro ostentava a bandeira de Lança de Alduin, uma lança prateada apontando para o alto, com raios na ponta, sobre um fundo verde escuro. Quando as duas naus passaram próximas uma da outra, boa parte dos tripulantes de ambas estavam no convés acenando e saldando os companheiros com gritos e ovações. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 6”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 5

CAPÍTULO 4 : ENTRE ELFOS


Sutaca fez o seu melhor para acompanhar as embarcações ocupadas pelas criaturas demoníacas, mas tudo que pôde fazer foi manter-se em seu rastro, uma vez que a potência da escuna Mercedes não se comparava à dos navios. No limite entre os céus de Akasha e Pandora o grupo se prendeu através de correias na escuna e mais uma vez passaram pela desconcertante experiência de inversão de gravidade que acontecia quando se passava de um para outro. A turbulência tentando jogá-los para o céu profundo e por fim o peso que os havia abandonado, retornando aos seus corpos flutuantes que então eram empurrados violentamente para a escuna. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 5”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 4

CAPÍTULO 3 : NÃO ESTAMOS SÓS

Depois de descansar e se recompor, o grupo abasteceu a escuna Mercedes com todos os bens que consideraram valiosos para Skópolos, principalmente alimentos e madeira tratada, e partiram em direção ao entardecer. Viajaram pelo que deveriam ser horas mas, devido à exposição estática de Akasha à luz, fazia com que sua noção de tempo não fosse tão certa como antes. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 4”

JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 2

CAPÍTULO 1 : UMA NOVA ESPERANÇA

A população no povoado da ilha de Skópolos, uma outrora vasta e rica terra, acordou durante madrugada ao som estrondoso de canhões atirando. Com a terra cedendo espaço para o mar mês pós mês as pessoas precisaram construir casas em cima de casas e a maioria morava nesses apartamentos improvisados e toscos. Naquele momento centenas de pessoas saíram de seus apartamentos e viram no céu noturno e nublado, os vultos de grandes embarcações que no céu que se revelavam momentaneamente quando haviam explosões. Continue lendo “JORNADA ÀS LUAS DE KHLYEN : 2”

Blog no WordPress.com.

Acima ↑

Crie um site como este com o WordPress.com
Comece agora