ENTRE O ÂMBAR E O VAZIO : 19

CAPÍTULO 19 : ENFRENTANDO UM DEUS

A Casa de Krug fica em uma praça onde divide espaço com diversos outros comércios e residências. Quando o grupo saiu da taverna – deixando para trás um Plo Koon contrariado junto do mestre Krug e de sua apavorada funcionária Mia -, as criaturas do Vazio já inundavam as ruas da cidade em uma quantidade vista apenas na época da Guerra da Magocracia. Soldados defensores da cidade lutavam como podiam contra a horda que avançava sobre eles, mas estavam em uma larga desvantagem numérica.

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ENTRE O ÂMBAR E O VAZIO : 18

CAPÍTULO 18 : UM INSTANTE DE SERENIDADE

O grande acampamento no centro da cidade fervilhava quando Gaeron acordou na manhã seguinte. Lorelai, que cuidava de um caldeirão, lhe serviu um ensopado de desjejum. Nem Inu nem Plo Koon estavam lá. Ele os encontrou no antigo templo de Ignis, onde meses antes – pareciam anos – Min-Wook invocou Feng, o pássaro elemental que o acompanhou por tanto tempo.

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ENTRE O ÂMBAR E O VAZIO : 16

CAPÍTULO 16 : A CALMARIA ANTES DA TEMPESTADE

Após o senhor dos ratos ser destruído o grupo voltou para o Templo de Ignis, para lavarem-se da imundície do esgoto e descansarem. Mas não Rudger, para ele a noite era uma criança e ele nunca tinha certeza se na próxima vez que dormisse, acordaria no controle. Então ele foi para a cidade, aproveitar a recém adquirida segurança, para furtar as casas abandonadas. Reencontrando o “filho”, Gaeron descobriu que Plo Koon havia crescido um pouco, mesmo longe do portal.

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ENTRE O ÂMBAR E O VAZIO : 15

CAPÍTULO 15 : OS RATOS

O grupo seguiu viagem para Val’Dunwall no meio da tarde. Na estradas placas estavam rabiscadas, umas com tinta, outras com carvão, alertando viajantes de que na cidade havia praga e morte, apenas. A menos de um quilômetro dos portões da cidade, que se se agigantava à frente, eles passaram por uma propriedade de uma família de coveiros, que enterravam os corpos Às dezenas em covas coletivas. Haviam covas a se perder de vista. Centenas de pessoas haviam perecido para a peste. A visão era estarrecedora.

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Entre o Âmbar e o Vazio : 14

CAPÍTULO 14 : ATRAVÉS DO ESPELHO

Gaeron se viu em uma Val”Anur arruinada. Ele estava no templo onde cresceu, mas ele estava destruído. Ao seu redor jaziam os corpos dos monges que o criaram. A sua frente uma versão de si mesmo, com os marfins quebrados, as mãos sujas de sangue empunhavam um par de martelos. Enquanto ele seguia na direção de Gaeron, pisava nos corpos dos monges, quebrando-os. Antes do embate o clérigo questionou quem era aquele que destruíra o seu lar, e o que desejava. A resposta foi, “Eu sou seu futuro”.

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ENTRE O ÂMBAR E O VAZIO : 13

CAPÍTULO 13: O MURMÚRIO DO VENTO

Para além dos arredores de Val’Hassam encontrar viajante ou vila ocupada era quase impossível. A maioria havia sido abandonada e seus antigos donos apinhavam as ruas das Cidades Estados do antigo reino de Vallaren, grande parte vivendo sem um teto e fazendo suas necessidades nas sarjetas e becos, simplesmente porque essa miséria era preferível à outra opção, que era permanecer em suas casas e se tornarem presas de criaturas monstruosas do vazio.

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